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Vitamina D3: modulação imunológica e intestinal!


Apesar disso, uma ampla gama de funções, além da saúde dos ossos, é atribuída a esse micronutriente, o que ressalta a importância da sua adequação no organismo.


A taxa de carência de vitamina D em alguns países pode atingir mais que 50% da população. Alguns fatores de risco para a hipovitaminose vêm sendo observados, destacando estilo de vida indoor (privação de exposição ao sol), uso de protetores solares, alimentação irregular, idade avançada, diferenças raciais, poluição do ar, tabagismo e uso de alguns medicamentos; todos esses são parâmetros fortemente associados a essa deficiência.


Diferentes estudos indicam os efeitos da vitamina D em outros sistemas do organismo. Isso porque esse nutriente é considerado um hormônio esteroide com amplo espectro de atuação. Sua ação ocorre a partir da ligação do seu metabólito ativo (1α,25-di-hidroxivitamina D) com seu receptor (VDR), que se encontra presente em praticamente todas as células, com exceção de algumas neurológicas. Há um crescente número de evidências dos efeitos da vitamina D nas interações intestino-hospedeiro-microbioma, sobretudo, associadamente ao quadro de disbiose e inflamação intestinal.


O Dr. Bruno Zylbergeld, biológico e especialista em modulação intestinal, explanou sobre as atualizações científicas a respeito da vitamina D e o seu papel na microbiota do intestino.


Vitamina D e o microbioma intetinal – o que a ciência diz?

Uma revisão conduzida por Akimbekov et al. (2020) trouxe os possíveis vínculos entre a vitamina D e a saúde intestinal, enfatizando o seu papel nos mecanismos microbiológicos e imunológicos das doenças inflamatórias intestinais. No estudo, foram discutidos resultados de ensaios clínicos de como a vitamina D modula a função do microbioma intestinal, controla a expressão do peptídeo antimicrobiano e tem um efeito protetor nas barreiras epiteliais da mucosa.


O receptor nuclear (VDR) tem a capacidade de regular integridade da barreira intestinal e controlar a imunidade inata e adaptativa no intestino. Assim, é possível dizer que a vitamina D pode favorecer o efeito das bactérias probióticas ao exercer suas funções anti-inflamatória e imunomoduladora. Alguns trabalhos classificam, atualmente, a vitamina D como um prebiótico, de acordo com a nova nomenclatura para esse composto – não só inclui as fibras alimentares, mas também substâncias que modulam a proliferação de microrganismos simbióticos no intestino.


Vitamina D3 vegana – qual a vantagem?

A suplementação com vitamina D é uma grande aliada para o aumento das concentrações séricas deste micronutriente. Recomenda-se, para tanto, a escolha da forma mais biodisponível ao organismo ‒ a vitamina D3 (colecalciferol). Atualmente, no mercado, o Dr. Bruno ressalta o pioneirismo da Biobalane em oferecer uma vitamina D3 vegana extraída de algas, com selo de certificação e idêntica à de origem animal.


Referências:

Cardiovasc. Sci. [online], vol.31, n.4, pp.422-432, 2018.

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