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Vitamina D, do apoio ao reforço imunológico ao auxílio contra doenças de pele

Segundo o estudo “Mercado de Terapia de Vitamina D por rota de administração, faixa Etária, Aplicação – Global Forecast to 2024“, publicado pela Markets and Markets, o mercado de vitamina D deve apresentar um crescimento de US$3,3 bilhões até 2024.


O estudo aponta, ainda, que os principais fatores para esse crescimento incluem a conscientização crescente da população sobre a deficiência de vitamina D entre os consumidores, bem como o aumento da população de pacientes-alvo deste suplemento em todo o mundo. O colecalciferol, popularmente conhecido como vitamina D, é um nutriente indispensável para a homeostase do cálcio, cuja função nos ossos é conhecida há bastante tempo. Contudo, estudos demonstram que seu desempenho no organismo vai além, assim, expandindo sua ação para outros órgãos e tecidos, tais como: músculos, cérebro, próstata, mama, cólon, coração, sistema imunológico, pâncreas, sistema vascular e pele. A vitamina D tem fontes alimentares escassas e é, geralmente, encontrada em alimentos como: peixes, gema de ovo, cogumelos, queijos, fígado e leite. Portanto, a suplementação deste micronutriente é um aliado indispensável ao bem-estar das pessoas que não conseguem consumir a quantidade recomendada diária através da alimentação e/ou exposição solar.


A vitamina D e o suporte imunológico:

Entre outras inúmeras funções no organismo, a vitamina D participa, ainda, do apoio ao sistema imunológico, pois ativa os macrófagos e a produção de peptídeos antimicrobianos por meio das células epiteliais e imunológicas, que podem ser essenciais na erradicação de infecções bacterianas ou virais. Assim, não é de surpreender que a ocorrência de infecções sazonais, como a gripe, seja frequentemente associada à deficiência de vitamina D. Nesse sentido, está bem estabelecido que ela inibe a proliferação e induz a diferenciação das células de linhagens não semelhantes, além de ser um micronutriente essencial para a regeneração da barreira epitelial e para a maturação das células imunes (ZMIJEWSKI, 2019).



Vitamina D e as doenças de pele:

A pele desempenha um papel central no metabolismo da vitamina D, que, por sua vez, possui papel importante na biologia da pele, assim, modulando a inflamação e afetando, diretamente, a função dos linfócitos e a secreção de citocinas. Por esse motivo, baixos níveis de vitamina D são frequentemente associados a diversos distúrbios dermatológicos. Além do lúpus, outras doenças de pele também ganham atenção dos estudos atuais para identificar a relação da vitamina D na patogênese e até mesmo no tratamento de diversas outras doenças dermatológicas, como: psoríase, dermatite atópica, ictiose congênita, acne, hidradenite supurativa, vitiligo, erupção solar polimorfa, alopecia areata, melanoma e metástase de melanoma, câncer de pele não melanoma entre outras . (BERGQVIST; EZZEDINE, 2019).



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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

ZMIJEWSKI, M. A. Vitamina D e saúde humana. Int. J. Mol. Sci., v. 20, n. 1, p. 145, jan. 2019. Disponível em: <https://www.mdpi.com/1422-0067/20/1/145/htm> Acesso em 14 out. 2020.

BERGQVIST, C.; EZZEDINE, K. Vitamina D e pele: o que um dermatologista deve saber? Giornale Italiano di Dermatologia e Venereologia, v. 154, n. 6, p. 669-680, dez. 2019. Disponível em: <https://www.minervamedica.it/en/journals/dermatologia-venereologia/article.php?cod=R23Y2019N06A0669> Acesso em 14 out. 2020.

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