• Biobalance

Vitamina D: como estão os níveis dos seus pacientes?

Atualizado: Out 26



A vitamina D, nos últimos anos, ganhou destaque devido aos seus diversos efeitos para a homeostase do organismo: essencial à saúde óssea e dentária, potente imunomodulador e alta eficácia no controle das dislipidemias e para a saúde cardiovascular (SWART et al., 2018).


Segundo a literatura científica, não existe um consenso em relação à concentração sérica ideal de vitamina D. Contudo, atualmente a Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial (SBPC/ML) evidenciou a alteração do valor de referência da Vitamina D, sendo que eram considerados normais valores acima de 30 ng/ml, porém, são aceitos valores a partir de 20 ng/ml. Para os pacientes que apresentam níveis de 25(OH)D entre 20 e 30 ng/ml em geral não necessitam suplementação, mas existem certos grupos de risco que merecem consideração diferenciada para essa conduta (SBPC/ML e a SBEM).


Os pacientes apresentam níveis adequados de vitamina D?

Estudos realizados entre populações de países tropicais relatam altas prevalências de deficiência e insuficiência de vitamina D. Uma revisão, feita por Santos et al. (2018), mostra que as prevalências de deficiência e insuficiência de vitamina D na população brasileira foram de 28,16 e 45,26%, respectivamente. As maiores prevalências de deficiência foram observadas nas regiões Sul e Sudeste e a maior ocorrência de insuficiência foi entre as populações das regiões Sudeste e Nordeste.


Quais as recomendações para melhorar o status da vitamina D? Para síntese da vitamina D de forma adequada, a exposição diária ao sol em um período de 20 minutos, das mãos e do rosto, é suficiente (MAEDA et al., 2014). Contudo, por conta do atual estilo de vida da população, essa exposição pode ser comprometida, o que reforça a recomendação de uma boa suplementação do micronutriente.


Como escolher o suplemento de vitamina D adequado?

A suplementação com vitamina D é uma grande aliada para o aumento das concentrações séricas desse micronutriente, pois, devido a diversos fatores, como baixa exposição ao sol, idade, raça, uso de medicamentos, entre outros, há uma menor síntese pelo corpo. A dosagem de suplementação pode ser feita com esquemas clínicos, variando conforme cada caso clínico e a necessidade avaliada pelo nutricionista na sua prática clínica.


Há diferentes formas comerciais para realizar essa suplementação, como gotas, cápsulas e pastilhas, além de ser encontrada em três formas ativas: calcitriol, vitamina D2 (ergocalciferol) e vitamina D3 (colecalciferol), sendo está a mais biodisponível ao corpo por ser a forma ativa(MAEDA et al., 2014). Além das obtidas de fontes animais, há as versões veganas, que são extraídas de fontes 100% naturais, l de forma totalmente sustentável e com alta eficácia.


Quais as diferenças entre vitamina D2 e D3? 

Segundo documento da SBEM, a suplementação de vitamina D pode ser feita com a vitamina D3 (colecalciferol) e com a vitamina D2 (ergocalciferol). Contudo, o primeiro metabólito apresentamaiores vantagens sobre o segundo, uma vez que é mais disponível no mercado, por apresentar maior experiência em estudos clínicos e promover elevações mais efetivas


Qual a diferença entre vitamina D e calcitriol? As formas ativas da vitamina D, como calcitriol ou alfacalcidol, não devem ser utilizadas se o objetivo for suplementação ou tratamento da hipovitaminoseD. Segundo os estudos levantados da SBEM, essa recomendação se dá pelo seu maior risco de efeitos colaterais.



Qual o melhor horário para indicar o consumo do suplemento de vitamina D?A vitamina D é solúvel em gorduras, ou seja, ela precisa do suco biliar para ser absorvida. Sendo assim, indica-se o seu uso após as refeições (MOURAO, 2005).


VD3Vegan® é o suplemento em forma de Colecalciferol Vegano, produzido a partir de algas de ambiente controlado e sustentável, isento de pesticidas, metais pesados e sem uso de solventes no processo. Além disso, é quimicamente idêntica à Vitamina D3 de origem animal.


CLIQUE AQUI e saiba mais sobre o produto da Biobalance!




Referências


PEREIRA-SANTOS, M. et al. Epidemiology of Vitamin D Insufficiency and Deficiency in a Population in a Sunny Country: Geospatial Meta-Analysis in Brazil. Crit Rev Food Sci Nut., v. 59, n. 13, p. 2102-2109, 2019. DIBABA, D. T. Effect of Vitamin D Supplementation on Serum Lipid Profiles: A Systematic Review and Meta-Analysis. Nutrition Reviews, v. 77, n. 12, p.890-902, 2019. SWART, K.M. et al. Effects of Vitamin D Supplementation on Markers for Cardiovascular Disease and Type 2 Diabetes: An Individual Participant Data Meta-Analysis of Randomized Controlled Trials. The American Journal of Clinical Nutrition, v. 107, n. 6, p. 1043-1053, 2018.

SBPC/ML e a SBEM (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia). Posicionamento de intervalos de referência de Vitamina D. Disponível em: < http://www.sbpc.org.br/noticias-e-comunicacao/novos-intervalos-de-referencia-de-vitamina-d/>. Acesso em 16 out. 2020.


MAEDA, Sergio Setsuo et al. Recomendações da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) para o diagnóstico e tratamento da hipovitaminose D. Arq Bras Endocrinol Metab, São Paulo ,  v. 58, n. 5, p. 411-433,  July  2014


MOURAO, Denise Machado et al . Biodisponibilidade de vitaminas lipossolúveis. Rev. Nutr.,  Campinas ,  v. 18, n. 4, p. 529-539,  ago.  2005.

76 visualizações

0800-771-8438

  • Facebook - White Circle

Siga-nos nas redes sociais

© 2020 Todos os direitos reservados. Biobalance Nutraceuticals - Av. Florent Deleu, 640, Canguera, Porto Feliz / SP - Brasil. Atenção: As informações apresentadas neste site são para fins informativos e não substituem a relação entre médicos, nutricionistas e pacientes. Todas as decisões relacionadas a tratamento de pacientes devem ser tomadas por profissionais de saúde habilitados levando em consideração as características de cada paciente.